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Autoeficácia nas palavras do próprio Albert Bandura

Este artigo traduzido faz parte dos meus estudos de doutorado. Ele fornece um referencial teórico importante para estudantes e professores...

quarta-feira, 21 de março de 2012

Professor, estou estudando Teoria de Resposta ao Item (TRI) e gostaria de verificar como poderia utilizar Análise Fatorial com esses dados binários...

A maneira mais comum de se usar a análise fatorial com TRI é na avaliação da unidimensionalidade, pressuposto para a utilização da TRI.

Pode-se usar várias técnicas para isso, incluindo:

- a análise de componentes principais da matriz binária (o básico, tem no SPSS);

- a análise fatorial paralela (os fatores retidos são aqueles com eigenvalues maiores que a de uma matriz de números gerados randomicamente; precisa de scripts de SPSS ou programinhas específicos);

- a análise de componentes principais dos resíduos (usada no software Winsteps) e

- a análise fatorial de informação plena (full-information factor analysis), que usa correlações tetracóricas (própria pra dicotomias) e que "enxerga" o padrão de respostas como a TRI também "enxerga". Para esse tipo de análise utiliza-se o software TESTFACT.

Outra coisa que eu tenho visto é um movimento em prol da sugestão de Lord para deteção de uma tal de "unidimensionalidade essencial": se a diferença entre o primeiro e o segundo eigenvalue for muito maior (quanto?) que a diferença entre o segundo e o terceiro eigenvalue, a "unidimensionalidade essencial" estaria garantida.

O chato é que se você usar os outros métodos, pode haver divergência em prol da determinação da existência de mais do que uma dimensão no seu instrumento de avaliação.

Só fazendo pra saber.

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