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Autoeficácia nas palavras do próprio Albert Bandura

Este artigo traduzido faz parte dos meus estudos de doutorado. Ele fornece um referencial teórico importante para estudantes e professores...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Collares,gostaria de uma orientacao, existe alguma especialidade na medicina voltada para o tratamento por meio de ervas, me interesso e tenho receio de seguir esse caminho sem area de trabalho

O que você se refere chama-se fitoterapia, uma das abordagens alternativas-complementares mais populares entre muitos pacientes. Não é uma especialidade propriamente dita. Todavia, conheço muitos clínicos e pediatras que usam a fitoterapia, entre outras possibilidades terapêuticas, de forma bastante responsável, em conjunto com terapias alopáticas. Observo que esses profissionais menos radicais, mais equilibrados entre as diferentes possibilidades terapêuticas, têm bastante sucesso e popularidade. Creio que isso ocorra por conhecerem as potencialidades e limitações dessa abordagem, escolhendo a alopatia sempre que necessário. Ressalto apenas que não é o fato de a fitoterapia ser uma terapia natural que a isenta de efeitos colaterais. Vários fitoterápicos poder ser não apenas ineficazes, mas também apresentar efeitos colaterais (p. ex. hepatotóxicos) e podem interferir negativamente sobre tratamentos alopáticos. Uma revista científica que sugiro acompanhares já que gostas do tema é a Planta Medica (http://www.thieme.de/plantamedica), onde poderás conhecer a fitoterapia com seriedade.

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